Ontem tive um ataque eloquênte. Fuzilei.
Atirei sanguinaria e sumariamente. Fui mercenário, só queria atenção, só queria gozar do meu direito. E não era gozar de sacanear, era de poder exercer meu poder de cidadão, de unitário, de unidade.
"depois da tormenta, vem a calma".
Me senti sem alma, sem identidade. Era preciso me desconstruir, tirar a máscara.
Me ví novamente.
